segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Trabalho Geografia e História - 3º anos noturno - Wandick

Trabalho para os 3º anos 

História

Tema  - Movimento da Direta Já!

Data da entrega e prova - 23/10
O trabalho servirá como fonte de consulta do aluno para realização da prova.
O trabalho deve ser feito segundo as normas de formatação da ABNT.

Valor do trabalho escrito - até 3 pontos
Valor da prova - até 7 pontos
Valor total da atividade - até 10 pontos

Trabalhos entregues atrasados valerão apenas um ponto.

Trabalho para os 3º anos 

Geografia

Tema  - O narcotráfico no Brasil e no Mundo.

Data da entrega e prova - 25/10
O trabalho servirá como fonte de consulta do aluno para realização da prova.
O trabalho deve ser feito segundo as normas de formatação da ABNT.

Valor do trabalho escrito - até 3 pontos
Valor da prova - até 7 pontos
Valor total da atividade - até 10 pontos

Trabalhos entregues atrasados valerão apenas um ponto.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Questões vídeo Brave New World - 3º C


1. Na sociedade futurista retratada no filme qual a importância da Soma? Existe algo equivalente a ela em nossa sociedade? O que seria? Por que a substituiria?
2. A sociedade no vídeo é dividida em classes sociais que são direcionadas de acordo com as especificidades sociais. Você acredita que algo assim aconteça em nossa sociedade ou só na ficção? Justifique a sua resposta.
3. O que aconteceu com os sentimentos no mundo imaginado pelo autor? Você concorda com a visão do autor? Justifique a sua resposta?
4. No vídeo todos os desejos, todas as "necessidades" são saciadas pelas pessoas que não questionam o sistema. Isto também ocorre em nossa sociedade? Justifique a sua resposta.
5. Em nossa sociedade quem seriam os selvagens? Por que você acha isso?

Responder as questões acima e envia-las por email para o endereço especificado em sala de aula até sexta-feira (11/10) até a s 23 horas.
Se desejar poderá entrega-las impressas ou manuscritas em folha de fichário ou sulfite.

É importante destacar que emails recebidos após este horário serão desconsiderados.

domingo, 6 de outubro de 2013

Texto Geografia - 2º ano Ensino Médio - Wandyck

Este texto deverá ser impresso para ser usado em atividade a ser desenvolvida em sala de aula em data a ser marcada posteriormente.

O MERCADO DE TRABALHO HOJE

As noções de trabalho/emprego/segurança social, tratadas quase como sinônimas, mudaram com o passar do tempo, em interação com a evolução da sociedade e das condições da produção. Assim como mudaram as realidades que se escondem por trás dessas noções.
Vários são os fatores que, conjuntamente e em interação, contribuíram para a construção desta nova realidade do trabalho. Entre eles a globalização econômica e a disseminação das inovações tecnológicas e organizacionais; as transformações no papel dos estados; a disseminação do individualismo como valor nas sociedades contemporâneas e o crescimento da participação feminina no mercado de trabalho.
O impacto desses fatores, por sua vez, pode ser percebido na nova configuração do mercado de trabalho, com o aumento do nível de desemprego, o crescimento da informalização nas relações trabalhistas, o deslocamento setorial do emprego, e a transformação nos requisitos funcionais, com a exigência de novas habilidades e competências.
Nas últimas décadas, as mulheres invadiram o mercado de trabalho. No Brasil, a participação feminina aumentou expressivamente: em 1999 representavam 41,4% da PEA (população economicamente ativa) contra 31,7% em 1979. Esse ingresso veio associado a transformações nas relações familiares e conjugais (como exemplo, o número de famílias chefiadas por mulheres encontra-se em constante crescimento – em 1989 representavam 20,1%, em 1999 chegou a 26%). Esses avanços, no entanto, encobrem obstáculos importantes a serem superados no século XXI, conforme publicado na internet.
Segundo o artigo publicado na internet, o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD) elaborou dois índices para mensurar o avanço feminino na sociedade e no espaço de trabalho: o índice de desenvolvimento relacionado ao gênero (GDI), e o índice de poder (empowerment - EM) de gênero. No primeiro índice, o Brasil ocupa a 66ª posição, bem atrás da Argentina (35), Uruguai (37) e México (50) e até de países islâmicos como a Malásia (57) e a Líbia (65).
Em outras palavras, as mulheres representam mais de 40% da força de trabalho no país. Porém, esta inserção ainda é preponderante nas ocupações e ofícios que guardam correlação direta com as funções que elas desempenham no espaço doméstico, tendo menor status social e demandando menor qualificação formal; consequentemente auferindo menor renda.
Conforme pesquisa feita na internet, em São Paulo, as mulheres recebem, por hora, 76% do rendimento obtido pelos homens e o desemprego feminino fica sempre acima do masculino. E quanto maior a escolaridade, maior a diferença salarial entre homens e mulheres na mesma ocupação. Esse padrão se repete em muitos países. Mas, para mulheres brancas, esta diferença em relação aos homens está caindo. Projeções indicam que daqui a 30 anos não haverá mais discriminação salarial contra elas.
As barreiras, visíveis e invisíveis, que mantêm as mulheres fora dos cargos mais qualificados e mais bem remunerados são inúmeras: a feminização de determinadas profissões e sua subsequente desvalorização, resistências sociais, a maternidade e a desigualdade na divisão das tarefas domésticas, a falta de massa crítica de mulheres nas organizações, dentre outras.

O mercado de trabalho tem um campo vasto, no entanto requer praticidade e constante atualização de informações. Quem não está apto, informatizado e disposto a inovar no mercado de trabalho, ficará provavelmente, aquém das necessidades de nossa época.



Mateus Diogo de Freitas - Aluno de Letras da FVJ

A mulher e o mercado de trabalho

(...) São diversas as desigualdades existentes na sociedade brasileira. Uma das mais evidentes refere-se às relações de gênero, menos relacionada à questão econômica e mais ao ponto de vista cultural e social, constituindo, a partir daí, as representações sociais sobre a participação da mulher dentro de espaços variados, seja na família, na escola, igreja, nos movimentos sociais, enfim, na vida em sociedade.
Nas últimas décadas do século XX, presenciamos um dos fatos mais marcantes na sociedade brasileira, que foi a inserção, cada vez mais crescente, da mulher no campo do trabalho, fato este explicado pela combinação de fatores econômicos, culturais e sociais.
Em razão do avanço e crescimento da industrialização no Brasil, ocorreram a transformação da estrutura produtiva, o contínuo processo de urbanização e a redução das taxas de fecundidade nas famílias, proporcionando a inclusão das mulheres no mercado de trabalho.
Conforme estudos recentes verificam-se, mesmo que de forma tímida, que a mulher tem tido uma inserção maior no mercado de trabalho. Constata-se, também, uma significativa melhora entre as diferenças salariais quando comparadas ao sexo masculino. Contudo, ainda não foram superadas as recorrentes dificuldades encontradas pelas trabalhadoras no acesso a cargos de chefia e de equiparação salarial com homens que ocupam os mesmos cargos/ocupações.
Ainda nos dias de hoje é recorrente a concentração de ocupações das mulheres no mercado de trabalho, sendo que 80% delas são professoras, cabeleireiras, manicures, funcionárias públicas ou trabalham em serviços de saúde. Mas o contingente das mulheres trabalhadoras mais importantes está concentrado no serviço doméstico remunerado; no geral, são mulheres negras, com baixo nível de escolaridade e com os menores rendimentos na sociedade brasileira.
Segundo o Seade – Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados, do governo do Estado de São Paulo – quanto ao “comportamento do desemprego feminino na Região Metropolitana de São Paulo, observa-se que, em 1985, essa taxa era de 15,5% para as mulheres e de 10,1% para os homens, aumentando, em 2000, para 20,9% e 15,0%, respectivamente. Isso significa que na RMSP [Região Metropolitana de São Paulo], em 2000, uma em cada cinco mulheres que integravam a População Economicamente Ativa encontravam-se na condição de desempregada.”
O total das mulheres no trabalho precário e informal é de 61%, sendo 13% superior à presença dos homens (54%). A mulher negra tem uma taxa 71% superior à dos homens brancos e 23% delas são empregadas domésticas. Necessariamente, a análise da situação da presença feminina no mundo do trabalho passa por uma revisão das funções sociais da mulher, pela crítica ao entendimento convencional do que seja o trabalho e as formas de mensuração deste, que são efetivadas no mercado.
O trabalho não remunerado da mulher, especialmente o realizado no âmbito familiar, não é contabilizado por nosso sistema estatístico e não possui valorização social - nem pelas próprias mulheres - embora contribuam significativamente com a renda familiar e venha crescendo. O que se conclui com os estudos sobre a situação da mulher no mercado de trabalho é que ocorre uma dificuldade em separar a vida familiar da vida laboral ou vida pública da vida privada, mesmo em se tratando da participação no mercado de trabalho, na população economicamente ativa.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP


Cresce participação do negro no mercado de trabalho

Brasília – A participação dos negros no mercado de trabalho brasileiro aumentou desde a segunda metade da década de 90. No entanto, as condições de trabalho e de renda ainda continuam muito aquém das registradas pela população branca.
De acordo com o Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil 2007-2008, elaborado pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 20,6 milhões de pessoas ingressaram no mercado de trabalho de 1995 a 2006. Desse número, apenas 7,7 milhões eram brancos. O restante, 12,6 milhões de pessoas, eram pardas e pretas.
No entanto, ao observar o rendimento mensal real do trabalho, a desigualdade de raça e a de gênero prevalece. O vencimento médio dos homens brancos em todo país equivalia, em 2006, a R$1.164,00, valor 53% maior do que a remuneração obtida pelas mulheres brancas, que era de R$ 744,71. O rendimento dos homens brancos era ainda 98,5% superior ao dos homens negros e pardos, que era de R$ 586,26. Era ainda 200% superior ao rendimento das mulheres negras.
Para o pesquisador do Departamento Intersindical de Estatística e de Estudos Socioeconômicos (Dieese) Clemente Ganz Lúcio, que também integra grupo de trabalho do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) sobre políticas de equidade, a diminuição da desigualdade no mercado de trabalho depende de vários fatores, mas especialmente do acesso da população negra à educação de qualidade.
“Os avanços que podem ser conquistados dependem de vários fatores, entre eles, do crescimento econômico, do processo de desenvolvimento, dos ganhos políticos, da democracia. No caso específico dos negros, um dos fatores que contribuem para essa desigualdade é educação, ou seja, o acesso à educação de qualidade. Enquanto os negros não chegaram no mesmo ritmo ao ensino universitário, ao ensino técnico, aos postos de trabalho de qualidade, a diferenciação de renda não vai cair.”
Para Clemente Ganz Lúcio, é importante destacar o reconhecimento da existência da desigualdade e sua redução ao longo dos últimos anos, um avanço a ser comemorado. “O que nós temos que observar é o fato de que temos uma redução da desigualdade. Ainda é grande, mas até pouco tempo não era nem reconhecida. À medida que se reconhece que a desigualdade é um problema estrutural, ou seja, ele não é momentâneo, faz parte da nossa história.
“Deve ser comemorado no sentido de que caminhamos no sentido da redução dessa desigualdade. Deve nos preocupar, deve ser um alerta, deve ser um indicativo de que a gente deve estar o tempo todo combatendo, mas também identificando se as ações que estão sendo implementadas estão contribuindo para que ocorra uma diminuição dessa desigualdade”, acrescentou.  Ele lembrou que a luta contra a discriminação é recente no Brasil e que ainda há muito caminho a ser percorrido para eliminar o problema. “A história nos mostra que os processos sociais que levam a essa mudança não são imediatos, ou seja, é uma construção social que leva tempo. Mais ou menos o tempo de quanto as políticas publicas, os movimentos sociais e a organização da sociedade estão dispostas a promover a transformação daquela realidade. Mas, de todo modo, levam-se anos, gerações para que ocorram mudanças substantivas nesse aspecto. A própria questão da discriminação racial é uma luta dos últimos 100 anos. Pegando a história da humanidade, é uma luta de pouco tempo, assim como a luta pela igualdade entre homens e mulheres. São conquistas que não são pequenas”, avaliou.
Pesquisa divulgada nesta semana pelo Dieese e pela Fundação Seade mostra que os salários pagos na região metropolitana de São Paulo a profissionais não negros ainda representam o dobro dos rendimentos dos negros.
                        Fonte: Agência Brasil   Por Luciana Lima/ 2008

MERCADO DE TRABALHO E APOSENTADORIA

O crescimento da proporção de idosos na população brasileira é motivado, segundo Solange Kanso, do IPEA, principalmente por dois fatores: o aumento da expectativa de vida e a queda nas taxas de fecundidade.
“Há 40 anos, uma pessoa com 60 anos de idade não tinha as condições que temos hoje. Além de estar vivendo mais, a gente está vivendo melhor”, diz a pesquisadora, destacando que, além dos avanços da medicina e do crescimento econômico, que têm possibilitado aos idosos se manterem mais ativos, a redução no número de filhos registrada nas últimas três décadas tem aumentado a proporção de pessoas mais velhas no País.
Diante desse quadro, uma das principais questões que se coloca é: como ocupar essa parcela da população por mais tempo?
“O problema é que o mercado de trabalho acha que uma pessoa acima de 45, 50 anos já está velha para ser contratada e, por outro lado, o Governo considera um trabalhador de 60 anos ainda jovem para se aposentar e quer aumentar o tempo de contribuição”, pondera José Alberto Coutinho, engenheiro de 47 anos idade, que teme não conseguir se aposentar quando, em 2030, completar 65 anos.
O receio de José Alberto não soa infundado. Mas, na realidade, levantamentos do IBGE e estimativas do Ipea indicam que é cada vez maior o número de idosos que ultrapassam o período de direito à aposentadoria e continuam trabalhando. Segundo analistas dos institutos, isso ocorre devido ao aumento da capacidade laboral das pessoas, que não se sentem impelidas a deixar suas atribuições, mas também ao fato de os jovens postergarem a saída das casas dos pais.
Os dados apontam que os homens têm permanecido no mercado de trabalho, em média, cerca de três anos além da idade exigida para se aposentar, e as mulheres, em torno de quatro anos. Por outro lado, os jovens têm permanecido mais tempo em casa, muitos preferindo se escolarizar para depois entrar no mercado de trabalho. Segundo o IBGE, cerca de 20% dos domicílios no Brasil têm idosos como o principal responsável.
De acordo com o secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim, outro fator decisivo para o papel fundamental dos idosos nos rendimentos das famílias é o alto nível de informalidade e de rotatividade dos jovens no mercado de trabalho. “O jovem tende a ser mais seletivo na escolha de seu emprego, por não ser chefe de família, assim ele troca mais de emprego e vive mais na informalidade”, diz, destacando que a estabilidade da economia nacional tem possibilitado aos jovens permanecer nessas condições por mais tempo.
Diante disso, uma característica dos jovens tem se mantido: muitos deles não têm preocupação com o futuro, não se mantêm em um emprego formal e não pagam previdência privada. Uma condição que só torna mais complexo o desafio de cuidar dos brasileiros idosos a longo prazo.




Texto Geografia - 3º ano Ensino Médio - Wandyck

Este texto deverá ser impresso para ser usado em atividade a ser desenvolvida em sala de aula em data a ser marcada posteriormente.


Terrorismo

        O terrorismo se originou no século I d.C., mas foi no século XXI que as ações terroristas se acentuaram e o discurso antiterrorista virou assunto recorrente na mídia ocidental. 
Os atos e ataques terroristas, segundo alguns estudiosos, tiveram início no século I d. C., quando um grupo de judeus radicais, chamados de sicários (Homens de punhal), atacava cidadãos judeus e não judeus que eram considerados a favor do domínio romano. Outros indícios que confirmam as origens remotas do terrorismo são os registros da existência de uma seita mulçumana no final do século XI d. C., que se dedicou a exterminar seus inimigos no Oriente Médio. Dessa seita teria surgido a origem da palavra assassino.
terrorismo moderno tem sua origem no século XIX no contexto europeu, quando grupos anarquistas viam no Estado seu principal inimigo. A principal ação terrorista naquele período visava à luta armada para constituição de uma sociedade sem Estado – para isso, os anarquistas tinham como principal alvo algum chefe de estado e não seus cidadãos.
Durante a segunda metade do século XIX, as ações terroristas tiveram uma ascensão, porém foi no século XX que houve uma expansão dos grupos que optaram pelo terrorismo como forma de luta. Como consequência dessa expansão, o raio de atuação terrorista aumentou, surgindo novos grupos, como os separatistas bascos na Espanha, os curdos na Turquia e Iraque, os mulçumanos na Caxemira e as organizações paramilitares racistas de extrema direita nos EUA. Um dos seguidores dessa última organização foi Timothy James McVeigh, terrorista que assassinou 168 pessoas na década de 1980, no conhecido atentado de Oklahoma.
Com o desenvolvimento da ciência e tecnologia no século XX, as ações terroristas passaram a ter um maior alcance e poder, através de conexões globais sofisticadas, uso de tecnologia bélica de alto poder destrutivo, redes de comunicação (internet) etc.
No início do século XXI, principalmente após os ataques terroristas aos EUA, no ano de 2001, estudiosos classificaram o terrorismo em quatro formas: o terrorismo revolucionário, que surgiu no século XX e seus praticantes ficaram conhecidos como guerrilheiros urbanos marxistas (maoístas, castristas, trotskistas e leninistas). O terrorismo nacionalista, que foi fundado por grupos que desejavam formar um novo Estado-nação dentro de um Estado já existente (separação territorial), como no caso do grupo terrorista separatista Eta, na Espanha (o povo Basco não se identifica como espanhol, mas ocupa o território espanhol e é submetido ao governo da Espanha).
terrorismo de Estado épraticado pelos Estados nacionais e seus atos integram duas ações. A primeira seria o terrorismo praticado contra a sua própria população. Foram exemplos dessa forma de terrorismo: os Estados totalitários Fascistas e Nazistas, a ditadura militar brasileira e a ditadura de Pinochet no Chile. A segunda forma se constituiu como a luta contra a população estrangeira (xenofobismo).
E o terrorismo de organizações criminosas, que são atos de violência praticados por fins econômicos e religiosos, como nos casos da máfia italiana, do Cartel de Medellín, da Al Qaeda, etc. No mundo contemporâneo, as ameaças terroristas são notícias recorrentes na imprensa, “para a maior visualização do terrorismo mundial, a mídia exerce um papel fundamental. Mas é evidente que também cria um sensacionalismo em torno dos terroristas [...] a mídia ajuda a justificar a legalidade e a necessidade de ações antiterroristas que, muitas vezes, levam adiante banhos de sangue e violações aos direitos humanos que atingem mais a população civil do que os próprios terroristas” (SILVA; SILVA, 2005: 398-399).
É importante refletir sobre o terror como prática e o discurso sobre o terror. A separação dessas ações é fundamental para a compreensão da prática terrorista e para a análise dos discursos construídos sobre o terrorismo. Feito isso, será possível entender as questões políticas e ideológicas que estão por trás das práticas e discursos sobre o terror. Assim sendo, estaremos mais aptos a questionar, lutar e compreender por que tantas pessoas matam e morrem por determinadas causas, sejam elas políticas, religiosas, econômicas ou culturais.
É mais que necessário a sociedade compreender as ideologias que movem as práticas terroristas e os discursos construídos sobre essas práticas. A cada ano que passa, a humanidade se sente mais acuada e receosa, temerosa de ataques com armas de destruição em massa.  

Leandro Carvalho
Mestre em História

Guerrilha e terrorismo

      Mesmo que aparentemente semelhantes, terroristas e guerrilheiros possuem várias diferenças.  Em vários textos que debatem os grupos armados espalhados pelo mundo e em diferentes épocas, vemos uma frequente utilização dos termos “terrorista” e “guerrilheiro” para definir os membros integrantes de alguns desses movimentos. Com a recorrência do uso constante das duas expressões, acabamos por ter a sensação de que ambos se referem a um mesmo tipo de organização ou a um mesmo conjunto de práticas.
Na verdade, são várias as distinções que podem ser feitas entre os grupos que se definem como guerrilha e os que são entendidos como terroristas. Uma primeira diferença pode ser vista na origem da própria definição. Em geral, os grupos guerrilheiros são os primeiros a se autodefinirem de tal modo. Por outro lado, a definição dos terroristas costuma partir de veículos de comunicação, analistas e opositores à existência do grupo armado.
Outro aspecto de diferença se reconhece na situação em que uma guerrilha e um grupo terrorista se formam. Os grupos terroristas costumam atuar em contexto onde não há um conflito formalizado e atingem pessoas que não tem relação direta com os inimigos dos terroristas. Por outro lado, as guerrilhas aparecem em situações de conflito ou instabilidade presentes. Além disso, centram suas ações armadas especificamente contra a quem se opõem.
Em termos políticos e ideológicos, os grupos terroristas possuem um discurso de natureza revanchista, não se pautam por algum tipo de ideologia política definida e nem se interessam em buscar apoio amplo da população. Por outro lado, as guerrilhas tem uma orientação política fortemente centrada, geralmente interessados em uma experiência revolucionária que possa se consolidar com o apoio de outros setores da sociedade.
Deste modo, podemos especificar uma série de diferenças fundamentais que nos permitem distinguir guerrilheiros e terroristas. Mesmo estando à margem de algum tipo de poder constituído ou estando dispostos a matar e morrer por um propósito, esses dois tipos de ação armada não podem ser equiparados prontamente. Seus objetivos e formas de atuação mostram as várias faces que as situações podem assumir em um dado lugar e situação.


Por Rainer Gonçalves Sousa
Colaborador Brasil Escola
Graduado em História pela Universidade Federal de Goiás - UFG
Mestre em História pela Universidade Federal de Goiás - UFG


O link abaixo contém algumas informações sobre os grupos terroristas conhecidos atualmente.


domingo, 22 de setembro de 2013

Trabalho de Geografia - Wandyck Freitas- 3º ano noturno

Esta Cruzadinha deverá ser entregue devidamente preenchida até quarta-feira, dia 25 de setembro.


Texto sobre industrialização no Brasil.


Palavras Cruzadas

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

3º E - Texto para atividade - Geografia


                         Globalização
O que é Globalização - Conceito

           Podemos dizer que é um processo econômico e social que estabelece uma integração entre os países e as pessoas do mundo todo. Através deste processo, as pessoas, os governos e as empresas trocam idéias, realizam transações financeiras e comerciais e espalham aspectos culturais pelos quatro cantos do planeta.

           O conceito de Aldeia Global se encaixa neste contexto, pois está relacionado com a criação de uma rede de conexões, que deixam as distâncias cada vez mais curtas, facilitando as relações culturais e econômicas de forma rápida e eficiente.    

Origens da Globalização e suas Características

           Muitos historiadores afirmam que este processo teve início nos séculos XV e XVI com as Grandes Navegações e Descobertas Marítimas. Neste contexto histórico, o homem europeu entrou em contato com povos de outros continentes, estabelecendo relações comerciais e culturais. Porém, a globalização efetivou-se no final do século XX, logo após a queda do socialismo no leste europeu e na União Soviética. O neoliberalismo, que ganhou força na década de 1970, impulsionou o processo de globalização econômica.

           Com os mercados internos saturados, muitas empresas multinacionais buscaram conquistar novos mercados consumidores, principalmente dos países recém saídos do socialismo. A concorrência fez com que as empresas utilizassem cada vez mais recursos tecnológicos para baratear os preços e também para estabelecerem contatos comerciais e financeiros de forma rápida e eficiente. Neste contexto, entra a utilização da Internet, das redes de computadores, dos meios de comunicação via satélite etc.

           Uma outra característica importante da globalização é a busca pelo barateamento do processo produtivo pelas indústrias. Muitas delas, produzem suas mercadorias em vários países com o objetivo de reduzir os custos. Optam por países onde a mão-de-obra, a matéria-prima e a energia são mais baratas. Um tênis, por exemplo, pode ser projetado nos Estados Unidos, produzido na China, com matéria-prima do Brasil, e comercializado em diversos países do mundo.

            Para facilitar as relações econômicas, as instituições financeiras (bancos, casas de câmbio, financeiras) criaram um sistema rápido e eficiente para favorecer a transferência de capital e comercialização de ações em nível mundial..

Investimentos, pagamentos e transferências bancárias, podem ser feitos em questões de segundos através da Internet ou de telefone celular.

          Os tigres asiáticos (Hong Kong, Taiwan, Cingapura e Coréia do Sul) são países que souberam usufruir dos benefícios da globalização. Investiram muito em tecnologia e educação nas décadas de 1980 e 1990. Como resultado, conseguiram baratear custos de produção e agregar tecnologias aos produtos. Atualmente, são grandes exportadores e apresentam ótimos índices de desenvolvimento econômico e social.  

Blocos Econômicos e Globalização

           Dentro deste processo econômico, muitos países se juntaram e formaram blocos econômicos, cujo objetivo principal é aumentar as relações comerciais entre os membros. Neste contexto, surgiram a União Européia, o Mercosul, a Comecom, o NAFTA, o Pacto Andino e a Apec. Estes blocos se fortalecem cada vez mais e já se relacionam entre si. Desta forma, cada país, ao fazer parte de um bloco econômico, consegue mais força nas relações comerciais internacionais.

Internet, Aldeia Global e a Língua Inglesa

          Como dissemos, a globalização extrapola as relações comerciais e financeiras. As pessoas estão cada vez mais descobrindo na Internet uma maneira rápida e eficiente de entrar em contato com pessoas de outros países ou, até mesmo, de conhecer aspectos culturais e sociais de várias partes do planeta. Junto com a televisão, a rede mundial de computadores quebra barreiras e vai, cada vez mais, ligando as pessoas e espalhando as idéias, formando assim uma grande Aldeia Global. Saber ler, falar e entender a língua inglesa torna-se fundamental dentro deste contexto, pois é o idioma universal e o instrumento pelo qual as pessoas podem se comunicar.

A Industrialização no Brasil

          Enquanto o Brasil foi colônia de Portugal (1500 a 1822) não houve desenvolvimento industrial em nosso país. A metrópole proibia o estabelecimento de fábricas em nosso território, para que os brasileiros consumissem os produtos manufaturados portugueses. Mesmo com a chegada da família real (1808) e a Abertura dos Portos às Nações Amigas, o Brasil continuou dependente do exterior, porém, a partir deste momento, dos produtos ingleses.

Começo da industrialização

         Foi somente no final do século XIX que começou o desenvolvimento industrial no Brasil. Muitos cafeicultores passaram a investir parte dos lucros, obtidos com a exportação do café, no estabelecimento de indústrias, principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro. Eram fábricas de tecidos, calçados e outros produtos de fabricação mais simples. A mão-de-obra usadas nestas fábricas eram, na maioria, formada por imigrantes italianos.

Era Vargas e desenvolvimento industrial


           Foi durante o primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945) que a indústria brasileira ganhou um grande impulso. Vargas teve como objetivo principal efetivar a industrialização do país, privilegiando as indústrias nacionais, para não deixar o Brasil cair na dependência externa. Com leis voltadas para a regulamentação do mercado de trabalho, medidas protecionistas e investimentos em infra-estrutura, a indústria nacional cresceu significativamente nas décadas de 1930-40. Porém, este desenvolvimento continuou restrito aos grandes centros urbanos da região sudeste, provocando uma grande disparidade regional.

           Durante este período, a indústria também se beneficiou com o final da Segunda Guerra Mundial (1939-45), pois, os países europeus, estavam com suas indústrias arrasadas, necessitando importar produtos industrializados de outros países, entre eles o Brasil.
          Com a criação da Petrobrás (1953), ocorreu um grande desenvolvimento das indústrias ligadas à produção de gêneros derivados do
petróleo (borracha sintética, tintas, plásticos, fertilizantes, etc).

Período JK

          Durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956 -1960) o desenvolvimento industrial brasileiro ganhou novos rumos e feições. JK abriu a economia para o capital internacional, atraindo indústrias multinacionais. Foi durante este período que ocorreu a instalação de montadoras de veículos internacionais (Ford, General Motors, Volkswagen e Willys) em território brasileiro.

Últimas décadas do século XX

           Nas décadas 70, 80 e 90, a industrialização do Brasil continuou a crescer, embora, em alguns momentos de crise econômica, ela tenha estagnado. Atualmente o Brasil possui uma boa base industrial, produzindo diversos produtos como, por exemplo, automóveis, máquinas, roupas, aviões, equipamentos, produtos alimentícios industrializados, eletrodomésticos, etc. Apesar disso, a indústria nacional ainda é dependente, em alguns setores, (informática, por exemplo) de tecnologia externa.

URBANIZAÇÃO E INDUSTRIALIZAÇÃO DO BRASIL

          A maior parte da população brasileira vive em cidades. Porém essa URBANIZAÇÃO é recente em nosso país.

          A população urbana brasileira saltou de aproximadamente 53 milhões em 1970 para 138 milhões de pessoas no ano 2000. Enquanto a população rural, que era cerca de 41 milhões em 1970, ficou reduzida a menos de 32 milhões em 2000.

         Mais de 80% da população brasileira é urbana, isto é, vive em cidades, e cerca de 20%, em áreas rurais, segundo dados oficiais.   Na década de 1970, o perfil da economia brasileira foi se modificando: de agro-exportador, nosso país passou a ser também INDUSTRIALIZADO. O processo de industrialização intensificou o de urbanização.

         O processo de industrialização acaba gerando a necessidade de ampliar a oferta de serviços e equipamentos urbanos.

          Foi somente no século XX, especialmente na década de 1930, que a atividade industrial assumiu uma importância crescente na economia nacional.  Antes de o Brasil passar pelo processo de industrialização, o principal produto da nossa economia era o café. A cafeicultura proporcionou condições favoráveis à industrialização do país. Tais como:

 
1. ACUMULAÇÃO MONETÁRIA: parte do dinheiro acumulado com as exportações do café foi investido na importação de máquinas e na instalação de indústrias.

 
2. DESENVOLVIMENTO DE INFRA-ESTRUTURAS: os investimentos na infra-estrutura de transportes (ferrovias, portos) e de energia elétrica para a circulação da produção cafeeira beneficiaram a instalação das indústrias.

 
          Havia disponibilidade de mão-de-obra, principalmente dos imigrantes e dos ex-escravizados. Como a mão-de-obra era abundante, os trabalhadores eram obrigados a aceitar os salários baixíssimos e as péssimas condições de trabalho nas fábricas.

         Outra condição favorável à industrialização foi a formação de um MERCADO CONSUMIDOR INTERNO. Esse mercado consumidor se ampliou com a libertação dos escravos, pois estes passaram a ser mão-de-obra assalariada.

           Desde o início da industrialização brasileira, a Região Sudeste tem a maior concentração de unidades fabris.   Recentemente novos pólos industriais têm se formado em várias regiões do país, especialmente na Região Sul, que em 1970 tinha cerca de 14 mil fábricas e em 1990 passou a ter mais de 40 mil. 

          O Nordeste também tem atraído muitas indústrias, destacando-se as de calçados e têxteis.
Apesar da desconcentração industrial do Sudeste para outras regiões do país a atividade industrial na região continua muito forte.

Urbanização em Países Desenvolvidos e Sub-Desenvolvidos

por Eduardo Frigoletto
Urbanização em Países Desenvolvidos

            Os fatores atrativos da urbanização, em países desenvolvidos, estão ligados basicamente ao processo de industrialização em sentido amplo, ou seja, às transformações provocadas na cidade pela indústria, notadamente quanto à geração de oportunidades de empregos, seja no setor secundário, seja no setor terciário, com salários em geral mais altos. Essas condições surgiram primeiramente nos países de industrialização antiga, os países desenvolvidos. Nesses países, além das transformações urbanas, houve, como consequência da Revolução Industrial, também uma revolução agrícola, ou seja, uma modernização da agropecuária que, ao longo da história, foi possibilitando a transferência de pessoas do campo para a cidade, principalmente como resultado da mecanização da agricultura.

           A urbanização que ocorreu nos países desenvolvidos foi gradativa. As cidades foram se estruturando lentamente para absorver os migrantes, havendo melhorias na infra-estrutura urbana – moradia, água, esgoto, luz, etc. – e aumento de geração de empregos. Assim, os problemas urbanos não se multiplicaram tanto como nos países subdesenvolvidos. Além disso, pelo fato de gradativamente haver um aumento nos fluxos de mercadorias e pessoas, o processo de industrialização foi também se descentralizando geograficamente. Como resultado, há nos países desenvolvidos uma densa e articulada rede de cidades.

Urbanização em Países Sub-Desenvolvidos

          Já os fatores repulsivos são típicos de países subdesenvolvidos, sem indústrias ou com um baixo nível de industrialização. Estão ligados fundamentalmente às péssimas condições de vida existentes na zona rural, em função da estrutura fundiária bastante concentrada, dos baixos salários, da falta de apoio aos pequenos agricultores, do arcaísmo, das técnicas de cultivo, etc. Assim, há uma grande transferência de população para as cidades, notadamente para as grandes metrópoles, criando uma série de problemas urbanos. Tais problemas são resultado de um fenômeno urbano característico de muitos países subdesenvolvidos: a macrocefalia urbana.

            É importante que as metrópoles de São Paulo, de Nova Iorque e de Xangai, que estão entre as cinco maiores do mundo, têm um percentual baixo em relação à população total e urbana de seus países. Porque o total da população do Brasil, dos Estados Unidos e da China é muito grande.          Por outro lado a população do Uruguai e da Líbia é muito pequena. Por isso Montevidéu e Trípoli, cidades bem menores, têm um peso tão grande na população total e urbana de seus países. Assim a macrocefalia deve ser entendida como o resultado da grande concentração das atividades econômicas, principalmente dos serviços, e, portanto, da população em algumas cidades, que acabam se tornando muito grandes relativamente. Embora esse fenômeno ocorra também em países desenvolvidos, ele assume proporções maiores nos subdesenvolvidos. Nos países desenvolvidos, como o crescimento das cidades foi lento e bem-estruturado, o fenômeno não assumiu proporções tão grandes como em muitos países subdesenvolvidos, onde o crescimento das cidades foi, além de muito concentrado espacialmente, rápido e desordenado. A consequência foi uma série de problemas facilmente percebidos na paisagem urbana desses países.

          O crescimento rápido de algumas cidades, que acaba culminando no fenômeno da metropolização, é resultado da incapacidade de criação de empregos, seja na zona rural, seja em cidades pequenas e médias, o que força o deslocamento de milhões de pessoas para as cidades que polarizam a economia de cada país. Acrescente-se a isso o fato de esses países, com raras exceções, apresentarem altas taxas de natalidade e, portanto, alto crescimento demográfico, e está formado o quadro que explica o rápido crescimento das metrópoles no mundo subdesenvolvido.

              Mesmo o centro dinâmico dos países subdesenvolvidos não tem capacidade de absorver tamanha quantidade de migrantes, e logo começa a aumentar o número de pessoas desempregadas. Muitos desempregados permanentes, para poder sobreviver, acabam se refugando no subemprego, que é toda forma de trabalho remunerado ou prestação de serviços que funciona à margem da economia formal, compondo, por isso a economia informal ou subterrânea. É a economia que não aparece nas cifras oficiais, pois não tem nenhum tipo de registro e não recolhe nenhum tipo de imposto. Como os rendimentos, em geral, são muito baixos, mesmo para os trabalhadores da economia formal, muitos não tem condições de comprar sua moradia nem de alugar uma casa ou apartamento para viver. Assim. Proliferam cada vez mais as submoradias: favelas, cortiços, pessoas abrigadas debaixo de pontes e viadutos, quando não vivendo ao relento. Essa é a face mais visível do crescimento desordenado das cidades. Os números da tabela abaixo explicitam esse que é um dos mais graves problemas urbanos brasileiros e do mundo subdesenvolvido.


FAVELADOS
(em relação à população total da cidade
Belém
19,5%
Manaus
18,0%
Fortaleza
16,7%
Rio de Janeiro
16,1%
Belo Horizonte
11,8%
Recife
8,3%
Porto Alegre
7,9%
Curitiba
6,8%
São Paulo
6,7%
Salvador
4,0%

(Anuário Estatístico do Brasil, 1994)*Se considerássemos a população das regiões metropolitanas, o número de favelados aumentaria consideravelmente.

            Cria-se, assim, um meio social extremamente favorável à proliferação de outro problema que atormenta o cotidiano de milhões de pessoas nas grandes cidades dos países subdesenvolvidos: a violência urbana. Roubos, assaltos, sequestros, assassinatos etc. atingem milhares de pessoas todos os anos, fazendo muitas vítimas fatais. Sem contar ainda a violência no trânsito, que faz tantas outras vítimas de acidentes. É por essas razões que o estresse é o "mal do século", atingindo principalmente os habitantes das grandes metrópoles, tanto nos países subdesenvolvidos como nos desenvolvidos, pois muitos desses problemas também ocorrem em metrópoles de países ricos.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Johnny vai a Guerra

Ola!
Segue abaixo link do youtube com filme sobre os horrores da guerra.
Vale apena assistir.

http://www.youtube.com/watch?v=HCwvQbzmyso