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A partir da leitura dos Slides e de seus conhecimentos, clique no link e responda as questões propostas.
A atividade pode ser feita individualmente ou em duplas até o final desta aula
A partir da leitura do texto e de seus conhecimentos, copiar e responder as questões propostas (enunciado e alternativa correta). A atividade poderá (e não deverá) ser feita em grupos de até 4 pessoas e entregue hoje.
A partir da leitura dos slides e de seus conhecimentos, copiar e responder as questões propostas, além dos testes de múltipla escolha dos slides. A atividade poderá (e não deverá) ser feita em grupos de até 4 pessoas e entregue hoje.
1. Quando foi fundada a ONU, quantos países participaram da sua fundação e que razões levaram a sua fundação?
2. Copiar a alternativa correta do segundo slide.
3. Hoje, quantos países fazem parte da ONU? Ela alcançou seus objetivos? Justifique sua resposta.
4. Copiar a alternativa correta do sexto slide.
A partir da exibição do vídeo, O Brasil deu certo. E agora?, copie, responda e entregue em folha separada, as questões propostas.
A Ditadura
Militar no Brasil
O
regime militar durou 21 anos (1964-1985), estabeleceu a censura à imprensa,
restrição aos direitos políticos e perseguição policial aos opositores do
regime.
O
ponto de partida foi a renúncia do presidente Jânio Quadros, em 25 de agosto de
1961. O Congresso Nacional empossou temporariamente o presidente da Câmara, o
deputado Ranieri Mazzilli, pois o vice-presidente encontrava-se em viagem à
China.
Enquanto
João Goulart iniciava sua viagem de volta, os ministros militares expediram um
veto à posse de Jango, pois sustentavam que ele defendia ideias de esquerda.
O
impedimento violava a Constituição, e não foi aceito por vários seguimentos da
nação, que passou a se mobilizar. Manifestações e greves se espalharam pelo
país.
Diante
da ameaça de guerra civil, foi feita no Congresso, composto por maioria
oposicionista a Jango, a proposta de Emenda Constitucional nº 4, estabelecendo
o regime parlamentarista no Brasil.
Dessa
forma, Goulart seria presidente, mas com poderes limitados. Jango aceitou a
redução de seus poderes, esperando recuperá-lo em momento oportuno.
O
acordo com Jango previa ainda que em 1965, no fim de seu mandato, haveria um
plebiscito para consultar a população sobre o retorno ou não ao
presidencialismo.
O
Congresso votou a favor da medida e Goulart tomou posse no dia 7 de setembro de
1961. Para ocupar o cargo de primeiro-ministro foi indicado o deputado Tancredo
Neves.
O
parlamentarismo durou até janeiro de 1963. Nesse ano, João Goulart conseguiu
adiantar o plebiscito. A população brasileira decidiu assim pelo fim do
parlamentarismo e o retorno ao presidencialismo.
·
Desapropriações
de terras;
·
nacionalização
das refinarias de petróleo;
·
reforma
eleitoral garantindo o voto para analfabetos;
·
reforma
universitária, entre outras.
A
inflação chegou a atingir em 1963, o índice de 73,5%. O presidente exigia uma
nova constituição que acabasse com as "estruturas arcaicas" da
sociedade brasileira.
Jango
era apoiado por universitários que atuavam por meio de suas organizações e uma
das principais era a União Nacional dos Estudantes (UNE).
Igualmente,
os comunistas de várias tendências, desenvolviam intenso trabalho de
organização e mobilização popular, apesar de atuarem na ilegalidade.
Goulart
era visto com insatisfação por ambos os lados: enquanto liberais e
conservadores o criticavam por afirmar ser ele um presidente que poderia trazer
o comunismo para o Brasil, à esquerda, a visão era que ações importantes para
atacar a desigualdade social do país, como a reforma agrária, aconteciam em um
processo muito lento.
Diante
do quadro de crescente agitação, os adversários do governo aceleraram a
realização do golpe.
No
dia 31 de março de 1964, o presidente João Goulart foi deposto pelos militares
e Jango refugiou-se no Uruguai. Aqueles que tentaram resistir ao golpe sofreram
dura repressão.
Para
cobrir o vazio de poder, uma junta militar assumiu o controle do país. No dia 9
de abril foi decretado o Ato Institucional nº 1, dando poderes ao Congresso
para eleger o novo presidente.
O
escolhido foi o general Humberto de Alencar Castelo Branco, que havia sido
chefe do estado-maior do Exército. Isto era apenas o início da interferência
militar na gestão política da sociedade brasileira.
Com o
Ato Institucional nº 2, os antigos partidos políticos foram fechados e foi
adotado o bipartidarismo.Desta forma surgiram:
·
a
Aliança Renovadora Nacional (Arena), que apoiava o governo;
·
o
Movimento Democrático Brasileiro (MDB), representando os opositores, mas
cercado por estreitos limites de atuação.
O
governo, através da criação do Serviço Nacional de Informação (SNI), montou um
forte sistema de controle que dificultava a resistência ao regime. Chefiado
pelo general Golbery do Couto e Silva, este órgão investigou todos aqueles
suspeitos de conspirar contra o regime, desde empresários até estudantes.
Em
termos econômicos, os militares trataram de recuperar a credibilidade do país
junto ao capital estrangeiro. Assim foram tomadas as seguintes medidas:
·
contenção
dos salários e dos direitos trabalhistas;
·
aumento
das tarifas dos serviços públicos;
·
restrição
ao crédito;
·
corte
das despesa do governo;
·
diminuição
da inflação, que estava em torno de 90% ao ano.
Entre
os militares, porém, havia discordância. O grupo mais radical, conhecido como
"linha dura", pressionava o grupo de Castelo Branco, para que não
admitisse atitudes de insatisfação e afastasse os civis do núcleo de decisões
políticas.
As
divergências internas entre os militares influenciaram na escolha do novo
general presidente.
No
dia 15 de março de 1967, assumiu o poder o general Arthur da Costa e Silva,
ligado aos radicais. A nova Constituição de 1967 já havia sido aprovada
pelo Congresso Nacional.
Os
atos institucionais promulgados durante os governos dos generais Castelo Branco
(1964-1967) e Arthur da Costa e Silva (1967-1969), na prática, acabaram com o
Estado de direito e as instituições democráticas do país.
Apesar
de toda repressão, o novo presidente enfrentou dificuldades. Formou-se a Frente
Ampla para fazer oposição ao governo, tendo como líderes o jornalista Carlos
Lacerda e o ex-presidente Juscelino Kubitschek.
Os
festivais de música brasileira foram cenários importantes para atuação dos
compositores, que escreviam canções de protesto.
A
Igreja Católica estava dividida: os grupos mais tradicionais apoiavam o
governo, porém os mais progressistas criticavam a Doutrina de Segurança
Nacional.
As
greves operárias reivindicavam o fim do arrocho salarial e queriam liberdade
para estruturar seus sindicatos. Os estudantes realizavam passeatas denunciando
a falta de liberdade política.
Com o
aumento da repressão e a dificuldade de mobilizar a população, alguns líderes
de esquerda organizaram grupos armados para lutar contra a ditadura. Entre as
diversas organizações de esquerda, estavam a Ação Libertadora Nacional (ALN) e
o Movimento Revolucionário 8 de outubro (MR-8).
O
forte clima de tensão foi agravado com o discurso do deputado Márcio Moreira
Alves, que pediu ao povo que não comparecesse às comemorações do dia 7 de
setembro, como forma de protesto contra o Regime.
Para
conter as manifestações de oposição, o general Costa e Silva decretou em
dezembro de 1968, o Ato Institucional nº 5. Este suspendia as atividades do
Congresso e autorizava à perseguição de opositores.
Em
agosto de 1969, o presidente Costa e Silva sofreu um derrame cerebral e quem
assumiu foi o vice-presidente Pedro Aleixo, político civil mineiro.
Em
outubro de 1969, 240 oficiais generais indicam para presidente o general Emílio
Garrastazu Médici (1969-1974), ex-chefe do Serviço Nacional de Informações
(SNI). Em janeiro de 1970, um decreto-lei tornou mais rígida a censura prévia à
imprensa.
Para
lutar contra os grupos de esquerda, o Exército criou o Destacamento de
Operações de Informação - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI).
A
atividade dos órgãos repressivos desarticularam as organizações de guerrilhas
urbana e rural, que levaram à morte dezenas de militantes de esquerda.
A
perda das liberdades políticas era compensada pela modernização crescente. O
petróleo, o trigo e os fertilizantes, que o Brasil importava em grandes
quantidades, estavam baratos. Eles eram incorporados à pauta da exportação,
soja, minérios e frutas.
O
setor que mais cresceu foi o de bens duráveis, eletrodomésticos, carros,
caminhões e ônibus. A indústria da construção cresceu.
Mais
de 1 milhão de novas moradias, financiadas pelo Banco Nacional de Habitação
(BNH), foram construídas em dez anos de governo militar. Falava-se em
"milagre brasileiro" ou "milagre econômico".
Em
1973, o "milagre" sofreu seu primeiro grande baque, pois a crise
internacional elevou abruptamente o preço do petróleo, encarecendo as
exportações.
O
aumento do juros no sistema financeiro internacional, elevou o juros da dívida
externa brasileira. Isto obrigou o governo a tomar novos empréstimos aumentando
ainda mais a dívida.
Além
disso, esse crescimento econômico não alcançou as camadas mais pobres da
sociedade, levando ao aumento das desigualdades sociais no país.
Mesmo
lenta e controlada, a abertura política começava, o que permitiu o crescimento
das oposições.
O
governo Geisel aumentou a participação do Estado na economia. Vários projetos
de infraestrutura tiveram continuidade, entre elas, a Ferrovia do Aço, em Minas
Gerais, a construção da hidrelétrica de Tucuruí, no Rio Tocantins e o Projeto
Carajás.
Diversificou
as relações diplomáticas comerciais do Brasil, procurando atrair novos
investimentos.
Nas
eleições de 1974, a oposição que até então estava aglutinada no MDB, obteve
ampla vitória. Como resposta, Geisel procurou conter este o avanço, limitando a
propaganda eleitoral durante as eleições de 1976, através da criação da Lei
Falcão, que restringia o tempo de tela dos candidatos nas propagandas
políticas.
No
ano seguinte, diante da recusa do MDB em aprovar a reforma da Constituição, o
Congresso foi fechado e o mandato do presidente foi aumentado para seis anos.
A
oposição começou a pressionar o governo, junto com a sociedade civil. Com a
crescente pressão, o Congresso já reaberto aprovou, em 1979, a revogação do
AI-5. O Congresso não podia mais ser fechado, nem cassados os direitos
políticos dos cidadãos.
Geisel
escolheu como seu sucessor o general João Baptista Figueiredo, eleito de forma
indireta. Figueiredo assumiu o cargo em 15 março de 1979, com o compromisso de
aprofundar o processo de abertura política.
No
entanto, a crise econômica seguia adiante, com a dívida externa atingindo mais
de 100 bilhões de dólares, e a inflação batendo 200% ao ano.
As
reformas políticas continuaram sendo realizadas, mas a linha dura lançou mão do
terrorismo como o ocorrido no Riocentro, em 1981. Com o fim do bipartidarismo,
surgiram vários partidos, entre eles o Partido Democrático Social (PDS) e o
Partido dos Trabalhadores (PT). Foi fundada a Central Única dos Trabalhadores
(CUT).
Os
espaços de luta pelo fim da presença dos militares no poder central foram se
multiplicando.
Nos últimos meses de 1983, teve início em todo o país uma campanha pelas eleições diretas para presidente, as "Diretas Já", que uniram várias lideranças políticas como Fernando Henrique Cardoso, Lula, Ulysses Guimarães, entre outros.
O
movimento que chegou ao auge em 1984, quando foi votada a Emenda Dante de
Oliveira, que pretendia restabelecer as eleições diretas para presidente.
No
dia 25 de abril, a emenda apesar de obter a maioria dos votos, não conseguiu os
2/3 necessários para sua aprovação, frustrando a população, que havia ido as
ruas em favor do voto direto.
Logo
depois, grande parte das forças de oposição resolveu participar das eleições
indiretas para presidente. O PMDB lançou Tancredo Neves, para presidente e José
Sarney, para vice.
Reunido
o Colégio Eleitoral, a maioria dos votos foi para Tancredo Neves, que derrotou
Paulo Maluf, candidato do PDS. Desse modo encerrou-se os dias da ditadura
militar.
Leia
o texto e responda as questões a seguir. Pode ser feito individualmente, em
duplas, em trios ou em quartetos. Deve ser entregue em folha separada.
Essas
questões promovem uma reflexão profunda sobre diversos aspectos da ditadura
militar no Brasil, incentivando o desenvolvimento de argumentos e a pesquisa de
informações complementares.
Faça uma pesquisa sobre Taboão da Serra que tenha os seguintes dados:
Origem do nome
Data do aniversário do município
Pontos turísticos do município
Nome do corrego que corta o município
Principais rodovias ou avenidas do município
Número de habitantes
Número de eleitores
Produto Interno Bruto do município
Renda per capita
Índice de Desenvolvimento Econômico - IDH
Densidade demográfica
Atividades econômica. (qual é o forte da economia taboanense?)
A Atividade pode ser desenvolvida individualmente, em duplas, em trios ou quartetos e deverá ser entregue em folha separada.